quinta-feira, 9 de outubro de 2008

perdemos o controle?

Primeiro fez todo mundo pensar que você não existia
Que era apenas um produto da imaginação
Da nossa fantasia
Agora vem com tudo banalizando a injustiça
Infantilizando a bruxaria,
Duendes, gnomos, nova era
Demônio virando fada madrinha

Se disfarça de santinho
Se disfarça de santinha
Mestre da enganação
desprezou a luz, seduziu o mundo,
Mergulhou bem fundo na escuridão
Anjo caído, derrotado, pra você não tem perdão!

Desesperado! O “catiço” tá desesperado!
Derrotado! Esse bicho já tá derrotado!

Assassino de alma, estrela errante, desesperado pai da mentira
Sua existência é encher a vida com todo tipo de armadilha
Mas de dia e de noite será pra sempre atormentado
No lago de fogo e enxofre, tudo preparado
E pra te fazer companhia nesse grande piscinão
Vão estar os feiticeiros, os idólatras, os amantes da abominação
Do Deus que você tanto quis imitar
Dos anjos que pensou que iriam te adorar
A única coisa que você e a sua turma vão saborear
É o vinho da ira de Deus!

Na minha alma você não toca!
Na minha alma você não mete a mão!
Não esqueça que você é o perdedor!
Não esqueça pra você não tem perdão!

quarta-feira, 8 de outubro de 2008

Virei-me e vi todos os que estavam sendo oprimidos debaixo do sol, vi as lágrimas dos oprimidos e não havia quem os consolasse, de um lado estavam o poder de seus opressores e não havia quem pudesse confortá-los. São mais felizes os que já morreram do que os que ainda vivem. Melhor do que ambos é aquele que ainda não nasceu, aquele que não viu as obras más que se fazem debaixo do sol. Vi que todo trabalho e toda obra que o homem executa causa inveja no seu próximo. Isto também é vaidade e aflição de espírito
Que mundo construímos? Quem é o inimigo?
Qual é a nossa religião? Não aprendemos a lição!
Como estamos longe de Deus... caminhamos para trás...
A cada vida ceifada por bombas lançadas daqueles que se dizem cristãos!

Não se engane! O que o homem plantar ele também vai colher!
Por quê? Porque de Deus não se zomba!


E agora? Como falar de paz?

Como impedir a raiva no coração dos oprimidos?
Como colher a paz onde só plantaram a guerra?
Como experimentar o amor de árvores regadas com o ódio?
Criamos lobos e agora queremos viver com ovelhas!
Nos tornamos hedonistas, materialistas, cínicos, geradores de morte,
fome, atraso e injustiça! Progenitores de fanatismos doentes e letais!
Essa é a nossa humanidade! Essa é a nossa civilização!
Parece não haver limites para a irracionalidade humana!
E com certeza não há limites para a justiça de Deus!

Não se engane! O que o homem plantar ele também vai colher!
Por quê? Porque de Deus não se zomba!

Nos perdoe, ó Deus
Pelo imperialismo, o nazismo, o comunismo,
O capital selvagem, impiedoso, inescrupuloso
A escravidão... a religião...
Sempre querendo te domesticar
Te encaixotar, te fazer de empregadinho
Perdão, por tanto fariseu se dizendo filho teu
Que não convenceu, que só dividiu
Levando muita gente boa pro covil
Nos perdoe, ó Deus, pelo terrorismo
O holocausto, a pornografia, a pedofilia
A mentira! O dinheiro mal adquirido e mal repartido
A discriminação racial, social, irracional...
Nos perdoe, ó Deus!

Perdoa-nos, ó Deus! Somos muitos e muitos e muitos
Semeando mais o mal do que o bem
Perdoa-nos, ó Deus! Pois o mal que semeamos
Tem se virado implacavelmente contra nós
Perdoa o sangue derramado
Sobre a terra!!!!

segunda-feira, 6 de outubro de 2008

Minha vida que era muito louca- Louca
Só faltei correr atrás de avião - De avião
Mas Jesus entrou no meu deserto - No meu deserto
E inundou o meu coração
Eu era magro que dava dó - Que dava tó
Meu paletó listrado era de uma listra só - De uma listra só
Mas Jesus entrou no meu deserto - No meu deserto
E inundou o meu coração

Sem Jesus Cristo é impossível
Se viver neste mundão
Até parece que as pessoas estão morando no sertão
É faca com faca, é bala com bala
Metralhadoras e canhões
Até parece que as faculdades só tá formando lampiões
E lampião e lamparina,
Vela acesa e candeeiro
Nunca vai salvar ninguém
E ainda se vai gastar dinheiro
E o dinheiro anda mais curto
Do que perna de cobra
Filosofia de malandro:
"No bolso que farta nunca sobra"
E o que tá fartando de amor
Tá sobrando iniquidades
Todo mundo se odiando
Pelas ruas, pelas ruas das cidades
Se essas ruas, se essas ruas fossem minhas
Eu pregava cartaz
Eu comprava um spray
Escrevinhava nelas todas
Jesus is the only way

Jesus é o único caminho
Pra quem quer morar no céu
Quem quiser atalhar vai pro beleléu!